segunda-feira, 4 de junho de 2018

Deputada Cristiane cobra do DNIT a recuperação de rodovias federais no RN


A deputada estadual Cristiane Dantas (PPL) cobrou ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) no Rio Grande do Norte, a recuperação de vários trechos das rodovias federais, durante uma reunião com o superintendente do DNIT, Willy Saldanha Filho. No encontro ocorrido na manhã desta segunda-feira (4), a deputada esteve acompanhada do presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador Nilson Júnior.


Na reunião, a deputada entregou ao superintendente os requerimentos apresentados na Assembleia Legislativa para a recuperação da BR 110, no trecho entre Campo Grande e Upanema e da BR 226 de Campo Grande a Triunfo Potiguar. “As rodovias nesses trechos estão em péssimo estado de conservação, apresentando muitos buracos que representam riscos de acidentes e também de prejuízo aos motoristas que trafegam nas estradas esburacadas. É preciso que o DNIT dê prioridade para fazer a recuperação”, reforçou Cristiane. 


O presidente da Câmara Municipal de Campo grande, vereador Nilson Junior, disse que a população do município aguarda com ansiedade o recapeamento das BR's. O superintendente do DNIT informou que as licitações para a recuperação dos trechos já foram concluídas. "Encaminhamos toda parte burocrática para darmos início à recuperação dos trechos. Já temos os recursos garantidos para fazer o serviço. A demora ainda ocorre por causa das chuvas", disse Willy Saldanha Filho que estimou um prazo, de até 90 dias, para iniciar os trabalhos nas rodovias.


A parlamentar ainda reivindicou a recuperação do trecho da BR 406 na cidade de Taipu, região do Mato Grande. “O trecho situado numa curva está repleto de crateras, obrigando os motoristas transitarem na contramão, o que é muito arriscado”, cobrou Cristiane. Willy Saldanha classificou como crônico o problema nesse trecho. Segundo ele, o DNIT periodicamente faz recapeamento na área, mas os buracos voltam a surgir por causa da falta de saneamento básico e drenagem dos imóveis situados no entorno da rodovia. "A solução para esse trecho demanda um aporte de recursos que não dispomos no momento", justificou.

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